Impetus - cria pijama para melhorar o sono

 

Grupo Impetus

O ProtechSleep, a mais recente inovação do Grupo Impetus, foi desenvolvido em parceria com a Fibrenamics e a Tecminho, da Universidade do Minho.

O ProtechSleep junta tecnologias de termorregulação, gestão de humidade, compressão direcionada, libertação de substâncias ativas e micromassagens para um sono de qualidade.

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O Grupo Impetus, líder na produção e comercialização de “Underwear”,  apresentou os resultados do ProtechSleep, que ao longo de dois anos desenvolveu vestuário capaz de melhorar as noites de sono dos seus utilizadores. Através de peças multifuncionais, com inovações em nanotecnologia e compressão localizada, a empresa de Esposende quer ajudar a prevenir e combater os distúrbios do sono.

Melhor sono significa mais saúde e melhor qualidade de vida. Esta é a premissa do projeto ProtechSleep que juntou o grupo Impetus e a plataforma Fibrenamics/Tecminho, da Universidade do Minho, no desenvolvimento de uma nova tipologia de vestuário.

Ao longo dos últimos dois anos, os investigadores do ProtechSleep trabalharam para desenvolver vestuário multifuncional, capaz de prevenir e combater os distúrbios de sono – um problema que afeta cerca de 40% da população mundial, segundo a OMS – e que resulta num constante estado de fadiga, que diminui a qualidade de vida e causa uma baixa de produtividade. A sonolência é ainda uma das causas mais frequentes de erro humano em qualquer profissão e de acidentes de trânsito ou de trabalho.

Sendo que muitas destas noites mal dormidas são causadas por dores, mal-estar, ou apenas variações de frio e calor, o ProtechSleep procurou fazer uso da nanotecnologia e da compressão localizada – já muito utilizada em underwear ou sportswear – para criar novos modelos de vestuário.


O Grupo Impetus, que emprega cerca de 800 pessoas, trabalha em private label e para as marcas próprias Impetus, I AM e ProtechDry, detendo ainda a licença Eden Park. Segundo avançou o administrador Ricardo Figueiredo na entrevista ao Jornal Têxtil de novembro, a empresa está a estudar novos investimentos e, apesar de ter conseguido recuperar do impacto do confinamento na primeira vaga de Covid-19, espera "fechar o ano com uma quebra de 10% a 15%, com um volume de negócios superior a 30 milhões de euros ao nível da Impetus individualmente. Por sua vez, o grupo ficará na ordem dos 50 milhões".


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